;
Menu

Artigos

Coluna / Gestão Empresarial / Oito motivos para o banco não emprestar dinheiro

Não é raro encontrar pessoas que tiveram um empréstimo ou financiamento recusado pelo banco, sem que exista motivo algum aparente para isso, argumentando ainda, que a própria instituição não deu qualquer explicação sobre o que motivou a recusa.

Na verdade, muitos dos critérios são internos e relacionados com os objetivos do banco, ou seja, não basta ter o nome livre do cadastro de negativados para que o crédito seja concedido.

As instituições financeiras podem, na maioria das vezes, utilizar sistema de pontuação que avalia o risco da operação, classificando o cliente pelo potencial de honrar a devolução do recurso.

Esta pontuação, chamada de SCORE, é recheada de informações, como dados pessoais e estatísticos.

As instituições utilizam complexas ferramentas, que são aprimoradas ao longo do tempo, e que servem de suporte para a tomada de decisão na liberação ou não do empréstimo para o cliente.

não basta ter o nome livre do cadastro de negativados para que o crédito seja concedido / Foto: dinheirama.comnão basta ter o nome livre do cadastro de negativados para que o crédito seja concedido / Foto: dinheirama.com

Apesar de não ser possível precisar a razão de uma eventual recusa de crédito, segue 8 fatores determinantes que contribuem para isso. Confira:

1 -  Falta de relacionamento com os bancos

Não ter conta bancária ou pouca movimentação, não estabelece relacionamento bancário e nem histórico de perfil. Ou seja, emitir cheque, pagar boletos, fazer transferências, depósitos, etc. gera informações úteis para a instituição financeira. É complicado emprestar dinheiro para alguém que não se conhece direito.

2- Renda comprometida com empréstimos

Ter a renda já comprometida além de 30% da renda mensal comprovada ou já ter empréstimos longos, também pesam na estatística do banco. 

3- Contas vencidas e/ou atrasadas

Ter histórico de atrasos e inadimplência, ainda que no momento de pleitear o crédito não tenha restrição, é motivo suficiente para a negativa da concessão do crédito.

Dependendo da situação, as Instituições utilizam inclusive informações de pontualidade das contas recorrentes, tais como: água, energia elétrica, telefone, etc.

4- Crédito negociado anteriormente a favor do cliente

O cliente que propôs renegociar determinada dívida (que por algum motivo não foi liquidada nos termos da contratação) e obteve êxito, fez com que o banco “concedesse descontos” para viabilizar o recebimento do empréstimo. Assim, para as próximas negociações a instituição financeira não vai “esquecer” do prejuízo que teve com aquele cliente. 

5- Disciplina em acessar os créditos

O relacionamento bancário conta muito, por exemplo, o cliente que invade com frequência o cheque especial é visto de forma diferente daquele que usa de forma comedida um cartão de credito e paga a fatura integral e pontualmente.

Ter crédito pré-liberado e não usar, mostra a suficiência de recursos do correntista, trazendo pontos a favor na hora de pleitear um crédito específico.

6- Não ter garantia suficiente

Outra situação comum ocorre quando a instituição bancária exige uma garantia, no intuito de diminuir o risco da operação. Não tendo o cliente condições de disponibilizar tal garantia, a negociação não será concluída. 

Imóveis e até mesmo veículos podem servir como garantia, pois na falta do pagamento, o banco terá direito à posse do mesmo.

7- Perfil do cliente

É avaliado se o cliente é informal, autônomo ou assalariado, salário fixo ou comissão, sua profissão, onde trabalha, tipo de vínculo, renda, estado civil, etc. 

Estas análises podem trazer questões relacionadas à estabilidade profissional e financeira, o que contribui para a apreciação do banco na hora de conceder o crédito.

8- Incertezas no cenário econômico

Os bancos podem ficar mais cautelosos em cenários econômicos instáveis e elevar os seus critérios de avaliação, acabando por deixar de fora muitos clientes que, em outro cenário, assinariam contratos.

Neste sentido, os bancos têm seus cadastros internos e o objetivo é proteger a própria instituição do risco da inadimplência, o que até então é uma prática legal.

Os bancos não precisam dar uma resposta com informações minuciosas, até porque lidam com informações bastante sigilosas, mas é razoável que retorne ao cliente com uma justificativa.

Caso o cliente realmente queira saber mais detalhes sobre a não aprovação do crédito (ainda que por critério interno do banco) e não esteja satisfeito com o tratamento que recebeu da instituição financeira, pode recorrer aos órgãos de defesa do consumidor ou mesmo à orientação jurídica, para buscar informações a respeito do crédito negado.



Wagner Alessandro Nogueira é Adm. de Empresas com Pós-graduação em Gestão de Negócios e MBA em Gestão de Varejo e Vendas. Consultor e Instrutor em Gestão Empresarial. Contato: Este endereço de email está sendo protegido de spambots. Você precisa do JavaScript ativado para vê-lo.

Coluna / Gestão Empresarial / Como (não) funciona uma empresa

Fazendo um backup dos meus arquivos, encontrei um guardado que atingiu a maior idade (18 anos). No entanto, insiste em continuar arraigado nas empresas.

Esta parábola, além de ter muito a ver com todos nós, mostra que neste tempo todo pouco se evoluiu nesta questão... então boa leitura!

A formiga

Todos os dias, uma formiga chegava cedinho ao escritório e pegava duro no trabalho. A formiga era produtiva e feliz.

O gerente besouro estranhou a formiga trabalhar sem supervisão. Se ela era produtiva sem supervisão, seria ainda mais se fosse supervisionada.

E colocou uma barata, que preparava belíssimos relatórios e tinha muita experiência, como sua supervisora.

A primeira preocupação da barata foi a de padronizar o horário de entrada e saída da formiga.

Logo, a barata precisou de uma secretária para ajudar a preparar os relatórios e contratou também uma aranha para organizar os arquivos e controlar as ligações telefônicas.

O besouro ficou encantado com os relatórios da barata e pediu também gráficos com indicadores e análise das tendências que eram mostradas em reuniões.

Com o surgimento de novos cargos, aumenta a parte burocrática da empresa / Foto: exame.abril.com.brCom o surgimento de novos cargos, aumenta a parte burocrática da empresa / Foto: exame.abril.com.br

A barata, então, contratou uma mosca e comprou um computador com impressora colorida. Logo, a formiga produtiva e feliz, começou a se lamentar de toda aquela movimentação de papéis e reuniões...

O besouro concluiu que era o momento de criar a função de gestor para a área onde a formiga, produtiva e feliz, trabalhava.

O cargo foi dado a uma cigarra que mandou colocar carpete no seu escritório e comprar uma cadeira especial.

A nova gestora cigarra logo precisou de um computador e de uma assistente a pulga para ajudá-la a preparar um plano estratégico de melhorias e um controle do orçamento para a área onde trabalhava a formiga, que já não cantarolava mais e cada dia se tornava mais chateada.

A cigarra, então, convenceu o gerente marimbondo, que era preciso fazer um estudo de clima.

Mas, o besouro, ao rever as cifras, se deu conta de que a unidade na qual a formiga trabalhava já não rendia como antes e contratou a coruja, uma prestigiada consultora, muito famosa, para que fizesse um diagnóstico da situação.

A coruja permaneceu três meses nos escritórios e emitiu um volumoso relatório, com vários volumes que concluía: há muita gente nesta empresa!!

E adivinha quem o besouro mandou demitir?

A formiga, claro, porque ela andava muito desmotivada e aborrecida.

Já viu esse filme antes?

Bom trabalho a todas as formigas!!!



Wagner Alessandro Nogueira é Administrador de Empresas com Pós-graduação em Gestão de Negócios e MBA em Gestão de Varejo e Vendas. Consultor e Instrutor em Gestão Empresarial. Contato: Este endereço de email está sendo protegido de spambots. Você precisa do JavaScript ativado para vê-lo.

Coluna / Gestão Empresarial / Promessas não cumpridas mesmo com a ajuda da tecnologia

Certa vez presenciei a discussão sobre um caso bastante curioso.

O gestor de uma indústria havia pedido a um determinado funcionário que cotasse o preço de um insumo numa empresa “X”. Dias passaram e o gestor perguntou ao funcionário qual seria o valor daquele insumo, e o mesmo disse realizou a consulta por e-mail e este não fora respondido ainda. O gestor então questionou ao colaborador se este teria alguma solução para o caso, e o que eu presenciei foi a argumentação do funcionário, dizendo que assim que recebesse o e-mail de volta daria notícia. Não contesto a eficiência do processo, só quero ilustrar que a memória do funcionário se estendeu ao correio eletrônico como forma de desocupar a cabeça. Apesar do tempo, ele não esqueceu da cotação! Estava bem ali na frente, no seu Outlook express.

Outras situações que fazem parte do nosso cotidiano:

- Puxa vida, esqueci de fazer isso... mas estava na agenda!
- Não retornei o telefonema... mas estava em chamadas não atendidas no smartphone!
- Não troquei o óleo do carro, passou a quilometragem... mas estava no adesivo colado no lado interno do para-brisa!
- Esqueci de pagar a conta de energia elétrica... mas a conta estava em cima da mesa o tempo todo!

Anotar todos os compromissos na agenda não é o bastante se não houver gestão / Foto: noticias.reclameaqui.com.brAnotar todos os compromissos na agenda não é o bastante se não houver gestão / Foto: noticias.reclameaqui.com.br

Permita voltar na história

Desde cinco mil anos atrás os seres humanos procuram aumentar sua capacidade de memória.

Isso tudo começou a ter sentido, mas se deparou com a seguinte situação: quanto mais memória, mais dados para “ocupar o espaço”, e depois?! Como acessar o que foi guardado?

Junto a isso, a história também nos conta que não muito longe da época da escrita, surgiram as transações comerciais. Nasciam então os negócios e consequentemente os negociantes.

A necessidade de organizar as transações comerciais, pelos volumes cada vez maiores, mostrou-se como um grande limitador da memória, não que a capacidade de memória na época fosse menor que hoje (não tenho base científica para atestar isso), mas pelo mesmíssimo problema que nos aflige – a recuperação do que foi depositado na memória.

Certamente isto é uma aflição para todos aqueles que lidam com volumes de informação cada vez maiores.

Pecamos hoje pelas promessas não cumpridas, de retorno, de prazos, por não “aparecer” na hora combinada, por não entregar o prometido. As desculpas são tão antigas que acredito terem sido inventadas junto da capacidade de comunicar e neste momento me refiro ao sinal de fumaça, porque este posso mandar de longe para não encarar o outro.

O que você está fazendo para evitar que promessas não deixem de ser cumpridas? Para que seus prazos sejam cumpridos em tempo hábil?

Vamos lá, nesta nossa época, temos extensores de memória – smartphone, agendas, PCs, etc.

Somos convidados a utilizar desde o mais simples papel e lápis ao mais sofisticado sistema em nuvem multi plataforma, mas nada disso sobrepõe a necessidade de gerenciamento.

Basta escrever em algum local? Basta colocar na agenda? Lógico que não.

É melhor usar tecnologia ou no tradicional manuscrito mesmo? Depende, tem pessoas analógicas como também digitais – como se sente mais confortável?

Pare e reflita sobre isso que está lendo, pois tem muito a ver com a gestão e otimização do seu tempo. Afinal, retrabalho tende a não só ter custo maior como também retarda nossa produtividade.

Gaste o tempo que for necessário para se organizar. Reflita: "Se eu tivesse oito horas para derrubar uma árvore, passaria seis afiando meu machado." Abraham Lincoln

Efetividade é isso, não prometa se não estiver organizado para cumprir.



Wagner Alessandro Nogueira é Adm. de Empresas com Pós-graduação em Gestão de Negócios e MBA em Gestão de Varejo e Vendas. Consultor e Instrutor em Gestão Empresarial. Contato: Este endereço de email está sendo protegido de spambots. Você precisa do JavaScript ativado para vê-lo.

Coluna / Gestão Empresarial / A empresa e a natureza humana

Os seres humanos são “animais inacabados”. É da natureza humana... ter uma natureza humana. O ser humano é praticamente o produto da sociedade em que vive, já dizia o Antropologista Clifford Geertz.

A natureza humana é mais criada do que descoberta, ela é moldada nas instituições nas quais se vive e trabalha. Tudo começa com uma ideia. Quando pessoas acreditam que são “as verdades”, as suas verdades. Sobre este alicerce criam “maneiras de viver” e instituições para prover estas “maneiras de viver”.

Prova disso é a Revolução Industrial, sistema em que não havia espaço para pensar, somente executar sistematicamente e repetidamente. Criou-se então um sistema de fábrica que não dava nada além do salário, porque naquela época acreditava-se que os seres humanos eram preguiçosos por natureza. E o sistema de fábrica então se justificou em larga escala como uma falsa visão da natureza humana.

Resumo da história

Naquela época, o ser humano não era incentivado, ele era levado a acreditar que seu esforço valia uma única recompensa, salário! Para a época, era a única razão pela qual alguém faria de fato alguma coisa.

E hoje como fica

Fica do mesmo jeito no caminho das descobertas?! No futuro alguém vai provar que estamos neste momento com falsas ideias. Temos falsas ideias para criar o que acreditamos devido às “nossas circunstâncias” no que julgamos ser verdadeiro.
Vamos lá, não é verdade que muitos levantam a bandeira do “hoje em dia não se consegue bons trabalhadores?”

Também não é verdade que, por pouca atratividade, “não se consegue bons trabalhadores“ quando o ambiente, a cultura e a recompensa não favorece o desenvolvimento da pessoa?

Canalizar o ser humano para trabalhos num ambiente degradado e sem vida, só vai o tornar fruto do dilema: não se consegue bons trabalhadores por que a recompensa é pouca? Ou a recompensa é pouca por que não se consegue bons trabalhadores?

A maioria dos trabalhadores é contratada por suas habilidades na execução de atividades, não por suas características humanas / Foto: falasimoesfilho.com.brA maioria dos trabalhadores é contratada por suas habilidades na execução de atividades, não por suas características humanas / Foto: falasimoesfilho.com.br

Portanto caros leitores, as empresas que agregam trabalhadores é que os moldam conforme sua necessidade e disponibilidade de recursos. Percebemos neste caso, que a natureza humana é reflexo das vontades que são impostas por estes mesmos agregadores.
Contrata-se pela habilidade de execução, o verdadeiro fazer mais e melhor. Contudo, junto a extensão dos braços está um ser humano.

Que tipo de natureza humana vocês querem ajudar a moldar?



Wagner Alessandro Nogueira é Adm. de Empresas com Pós-graduação em Gestão de Negócios e MBA em Gestão de Varejo e Vendas. Consultor e Instrutor em Gestão Empresarial. Contato: Este endereço de email está sendo protegido de spambots. Você precisa do JavaScript ativado para vê-lo.

Coluna / Gestão Administrativa / Você sabe qual o propósito de sua empresa?

Qual o propósito da empresa? Isso mesmo, a proposta da empresa de sua propriedade ou mesmo da qual você trabalha.

Se pensar muito para responder, significa que ainda não tem um propósito definido. Não tem um “plano de voo” ou mesmo um “mapa” para seguir de forma mais eficiente e focada.

Mas existe um meio termo: caso responda que o que norteia os passos da empresa ainda não está claro o bastante... há ao menos uma criticidade e necessidade de ajustar um caminho.

Segundo o Greg Mckeown no livro essencialismo, existe diferença entre “claro o bastante” e “realmente claro”. Neste sentido e, a título de ilustração, qualquer pessoa que usa óculos sabe que há uma enorme diferença entre enxergar claro o bastante e realmente claro.

A falta de foco tira da empresa a oportunidade de se posicionar no mercado e de ser reconhecida como referência na área de atuação / Foto: oticasupermais.com.brA falta de foco tira da empresa a oportunidade de se posicionar no mercado e de ser reconhecida como referência na área de atuação / Foto: oticasupermais.com.br

Aplicando esta diferença no mundo empresarial, enxergar somente até ali tira uma grande oportunidade da empresa de se posicionar no mercado, de ser reconhecida como referência na sua área, por pura falta de foco (visão embaçada e indefinida do seu propósito). Toda empresa possui, entre tantos outros atributos, um objetivo social, a partir do momento que mantém-se ativa na sua essência, empregando e atendendo demandas, sendo mais competitiva e contribuindo para uma economia mais forte.

Sem foco, há desperdícios de tempo e energia e, posso afirmar, também não há liderança. Afinal, se o líder não sabe para onde vai conduzir a empresa, quem o seguirá?

Funciona assim: sem liderança não há rumo, não há orientações claras, não há uniformidade. Na falta da liderança as pessoas inseridas neste contexto buscam situações que promovam interesses pessoais de forma muita imediatista, cada um tocando seu instrumento de acordo com sua consciência, numa orquestra sem maestro. Pode até ser que no meio deste caos, tenha realmente um “instrumento afinado”, mas pergunto leitor, ele aparece... ou seja, é perceptível?

Esta é a receita para se queimar um bom profissional, nivelando para baixo sem evidenciar sua colaboração.

Continuando nossa discussão sobre “claro o bastante” x “realmente claro”, temos que realmente claro remete à administração dos recursos de qualquer natureza, ao entendimento de propósito e a razão do objetivo social. Realmente claro, é entender que ainda não possuindo todos os recursos necessários, uma longa caminhada começa pelo primeiro passo, e a continuidade nesta estrada carece de, tempos em tempos, paradas para reabastecer e verificar o progresso percorrido. Realmente claro, embora exigindo mais tempo, esforço e preparação do caminho, traz vantagens que de outra forma não teríamos e, como exemplo, podemos citar a utilização dos recursos de forma mais eficiente.

Sobre o valor da preparação, menciono a história de Roald Amundsen e Robert Falcon Scott na disputa épica ser o primeiro da história moderna a chegar ao Polo Sul.

Tinham exatamente o mesmo objetivo, mas preparações diferentes. Amundsen estudou muito e se preparou para tudo o que pudesse dar errado; Scott tinha muita fé e torceu para que acontecesse tudo certo... Só levou um termômetro na viagem e ficou furioso quando ele quebrou. Amundsen levou quatro termômetros. Scott armazenou 1 tonelada de alimentos para os 17 homens que liderava. Amundsen, de forma estratégica, levou 3 toneladas. Sem muito pensar, Scott guardou todos os suprimentos para a viagem de volta num único lugar, e o marcou com apenas uma bandeira —se saísse só um pouquinho do rumo, a equipe não o encontraria. Amundsen, pelo seu planejamento e, entendendo o risco, distribuiu os alimentos da volta em 20 marcadores a quilômetros de distância uns dos outros, ampliando a chance de sua equipe encontrar. Roald Amundsen se dedicou muito no planejamento e preparação para viagem, ao passo que Robert Falcon Scott fez apenas o mínimo. Enquanto Amundsen estudava seu plano, Scott torcia pelas circunstâncias ideais. Enquanto os homens de Scott sofreram fome e queimaduras causadas pelo gelo, a viagem da equipe de Amundsen seguiu relativamente sem problemas graves. Amundsen teve sucesso. Scott e sua equipe morreram tragicamente.

Este é um excelente exemplo da diferença entre “claro o bastante” e “realmente claro”.

Na verdade, essa é uma experiência real, utilizada por Jim Collins e Morten Hansen, para demonstrar a razão pela qual algumas empresas prosperam em circunstâncias extremas e difíceis e outras não.

Agora é saber para onde você leva sua equipe... ou sendo da equipe para onde estão te levando.



Wagner Alessandro Nogueira é Adm. de Empresas com Pós-graduação em Gestão de Negócios e MBA em Gestão de Varejo e Vendas. Consultor e Instrutor em Gestão Empresarial. Contato: Este endereço de email está sendo protegido de spambots. Você precisa do JavaScript ativado para vê-lo.