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Saiba como evitar as dores musculares, comuns nas estações mais frias do ano

As baixas temperaturas ajudam na queima calórica e aumentam a disposição para a prática de atividades físicas. Mas essas vantagens podem ser prejudicadas por uma queixa bem comum nesta época do ano, o aumento das dores muscoesqueléticas.

Foto: Ilustrativa/Reprodução internetFoto: Ilustrativa/Reprodução internet

Segundo a fisioterapeuta Magda Rocha, estão mais propensos às dores no inverno os idosos, sedentários e pessoas com disfunções como lombalgia, fraturas, doenças articulares e reumatológicas. As mãos, pés e cotovelos, geralmente, estão mais susceptíveis à dor no inverno, pela maior exposição ao frio. “As baixas temperaturas levam à contração dos vasos sanguíneos das extremidades do corpo e a consequente diminuição do aporte de sangue nessas regiões. Consequentemente, ocorre uma redução de oxigênio e uma elevação dos níveis de lactato – que são substâncias relacionadas à sensibilidade tecidual”, explica.

Para diminuir esses sintomas é importante se agasalhar adequadamente, utilizar acessórios para aquecer os locais mais expostos e se alimentar com qualidade. A prática de exercícios físicos é essencial não somente para reduzir a intensidade da dor, mas também para impedir que ela apareça.

“Para se exercitar com segurança, durante o inverno, e manter a performance elevada, uma estratégia importante é o aquecimento, que mantém a temperatura muscular e corporal adequada, e evita o risco de lesões. O aquecimento prepara o corpo para o exercício físico e geralmente é conduzido em intensidade leve à moderada, com duração entre 10 e 20 minutos, priorizando os grupos musculares específicos do exercício que será executado. O indivíduo submetido ao aquecimento apresentará melhora na oxigenação corporal, na força muscular, na elasticidade e no desempenho”, detalha a fisioterapeuta.

Para a especialista, movimentar-se é uma excelente e primeira opção para se livrar de dores. “A falta de movimento produz acúmulo de substâncias ácidas nos músculos, tornando-os mais enrijecidos e, então, dolorosos. Movimentar-se ou praticar exercícios físicos é um tratamento barato, mas quando a dor é persistente e não melhora só com o movimento, pode ser necessário o uso de terapias alternativas para aliviar o estresse e, finalmente, medicamentos que atuem a nível local dependendo do tipo e da causa da dor” detalha a fisioterapeuta Magda Rocha.

Com Itatiaia




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