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Último dia da Casa Cor 2008

  • Categoria: Cidades

Neste domingo (28/9), foi o último dia para visitar a CASA COR Minas Gerais 2008, localizada no Lounge InPar, na Lagoa dos Ingleses (Avenida Princesa Diana, 165), em Nova Lima (MG).


Foram ao todo 44 dias do evento, onde o público mineiro pode conferir as últimas novidades e principais tendências mundiais dos segmentos de arquitetura, decoração, design e paisagismo, em propostas que privilegiam o conforto, a convivência e qualidade de vida para morar bem. Esta 14ª edição superou a expectativa da organização com mais de 30 mil visitantes.

 

Criados por um grupo de 90 profissionais, entre arquitetos, decoradores, designers de interiores e paisagistas, os 63 ambientes da edição 2008 chamam a atenção por serem espaços inovadores, exclusivos e de conceito diferenciado. Tecnologia, requinte, conforto, funcionalidade, integração e convivência foram os principais atributos que orientaram as propostas. 
 
Histórico

 

A trajetória da CASA COR Minas Gerais teve início em 1995, quando o evento foi realizado na Avenida João Pinheiro, 372, no Centro de Belo Horizonte. Desde então, a mostra já passou pelos bairros Floresta (1996 e 2000), Santo Agostinho (1997), Funcionários (1998 e 2001), Pampulha (1999 e 2002), Lourdes (2003), Carmo Sion (2004), Savassi (2006) e Cidade Jardim (2007), além do Condomínio Alphaville (2005), em Nova Lima.

 

Informações: www.casacor.com.br/minasgerais

 

Foto: Jomar Bragança

Grupo Corpo está de volta a BH

  • Categoria: Cidades
Para quem não teve a oportunidade de ver o Grupo Corpo encenando a peça 21, eles estão de volta ao Palácio das Artes para apresentar seu espetáculo do ano passado (Breu). E como de costume ,apresentam também, alguma outra peça antiga de muito sucesso.
 
A ginga de 21 e a escuridão de Breu lado a lado no Grande Teatro
 
21 (1992)

Um divisor de águas na história do Grupo Corpo. Depois de atuar por uma década com temas musicais preexistentes, com este balé a companhia não apenas volta a trabalhar com trilhas especialmente compostas como passa a adotar este critério como regra. A decisão proporciona a Rodrigo Pederneiras a oportunidade de dar início à construção do extenso vocabulário coreográfico, de inflexões notadamente brasilianas, que se tornariam sua marca registrada. A força contida na tensão entre as cores vermelha, da luz chapada de fundo - e amarela - das malhas utilizadas pelos bailarinos - dá o tom da primeira parte do balé, enquanto uma gigantesca colcha de retalhos, exibindo estampas de colorido vibrante, deixa antever a explosão do momento final do balé, quando os figurinos, sempre colantes, fazem alusão ao patchwork do cenário.

Estréia: 1992
Coreografia: Rodrigo Pederneiras
Música: Marco Antônio Guimarães – Uakti
Cenografia: Fernando Velloso
Figurinos: Freusa Zechmeister
Iluminação: Paulo Pederneiras
Duração: 40 minutos


Breu (2007)

Contaminado pela contemporaneidade da música de Lenine - compositor pernambucano dono de uma sonoridade muito particular e que consegue, como poucos, uma combinação entre o melhor da MPB, do rock e de ritmos populares - o coreógrafo Rodrigo Pederneiras reconstruiu seu vocabulário para, sem pudor, abandonar elementos tão característicos de seu trabalho. Aqui o coreógrafo se dedica a construir um corpo que dança com as texturas da urbanidade de nossos tempos: o comportamento das pessoas dominadas pelo tempo, pelo individualismo e pela violência. Cada corpo, no limite, é um manifesto.


Estréia: 2007
Coreografia: Rodrigo Pederneiras
Música: Lenine
Figurino: Freusa Zechmeister
Cenografia e Iluminação: Paulo Pederneiras
Duração: 40 minutos

Serviço:
Evento: 21 e Breu - Grupo Corpo
Data: 26 a 29 de setembro
Horário: sexta, sábado e segunda, às 21h; domingo, às 19h
Local: Grande Teatro
Preço: R$ 60 (inteira) e R$ 30 (meia entrada)
Balcão de Informações: (31) 3236-7400
 
Da redação