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Siderurgia retoma atividades em SL

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O setor siderúrgico de Sete Lagoas dá sinais de recuperação. De acordo com o presidente do Sindicato dos Metalúrgicos, Ernane Geraldo Dias, de 22 indústrias localizadas no município, oito voltaram à atividade. Isso significa que, de um total de 39 fornos, nove foram reativados, visto que a Usisete colocou em funcionamento na última semana os dois fornos que integram o seu complexo. Com a reação, ainda que tímida, cerca de 500 trabalhadores voltam às usinas, sendo que deste total, 300 são novos contratos de trabalho.

Segundo o sindicalista, o reaquecimento iniciou há aproximadamente 20 dias. Reiniciaram as atividades as siderúrgicas: Insivi, AVG, Siderbrás, Veredas, Noroeste, Barão de Mauá e Gerdau – todas com um forno – e a Usisete, com dois fornos. “Agora o setor enfrenta dificuldade para alimentar os fornos, já que há escassez de carvão no mercado. Os produtores reduziram a produção, já que a demanda caiu muito com a crise. Agora é começar novamente”, conta Ernane Dias. O presidente do sindicato procura conter a euforia. “Não dá para sentir firmeza ainda nesta reação, que é muito tímida tamanho o número de siderúrgicas localizadas na região de Sete Lagoas. De toda forma, é um bom começo. Já são 500 funcionários de volta ao trabalho”, completa.

Reeleito para mais um mandato, até 2014, Ernane Dias tomou posse na sexta-feira passada. Segundo ele, a prioridade nos próximos anos frente ao Sindicato dos Metalúrgicos é firmar parcerias com o objetivo de melhor qualificar o trabalhador do setor guseiro. “É preciso qualificar para abrir o leque de alternativas para estes funcionários, muitas vezes habituado a fazer exclusivamente apenas um tipo de serviço dentro da cadeia produtiva. Só assim para evitar número excessivo de demissões, já que falta capacitação a esses trabalhadores”, completa.

Celso Martinelli

Confirmados 771 casos de dengue

  • Categoria: Cidades
Com a chegada do frio, o número de casos de dengue tem diminuído. Conforme balanço semanal divulgado pela Secretaria de Saúde de Sete Lagoas, nos primeiros meses do ano o pico de registro da doença chegou a 122 casos suspeitos. As últimas notificações do Departamento de Epidemiologia foram em média de 52 casos avaliados, sendo que 30% foram confirmados como dengue clássica e os demais descartados. Já foram computados 711 casos positivos da doença. No mesmo período de 2008, a Secretaria de Saúde tinha registrado 948, ou seja, 237 casos a mais. 

“Mesmo sem chuvas o mosquito encontra outros meios de reprodução, já que muitas pessoas relaxam e cuidam menos dos possíveis focos em suas residências como as piscinas, pratinhos de plantas, caixa d’água, ralos abertos e bebedouros de animais”, afirma o secretário de Saúde, José Orleans da Costa. Em alerta, os agentes de endemias continuam a visitar os imóveis da cidade, orientando os moradores e eliminando os criadouros. “A população deve continuar o trabalho de limpeza dos quintais e lotes vagos, pois as notificações de possíveis casos confirmam a circulação viral no município”, explica José Orleans. Segundo o Ministério da Saúde, três condições são propícias para a ação do mosquito da dengue: temperaturas, água acumulada e ventos calmos.

Os bairros com maior número de casos confirmados em Sete Lagoas são: Montreal (62), Boa Vista (50), Progresso (43), Canadá (42), Jardim Europa (31), São João (29), Carmo I (26), Santo Antônio (25), Jardim Arizona (24), Monte Carlo (22) e Centro (21).  Já pelo monitoramento inteligente (MI-Dengue), os bairros onde as armadilhas têm mostrado maior presença de fêmeas do mosquito são: Canaan, Santa Cruz, São Jorge, Monte Carlo, Vila Santa Helena, Cemig, Nova Cidade e Progresso. Segundo a Coordenadora de Combate à Dengue, Maria José Lanza, ao todo 33 bairros estão em situação de alerta e recebem maior atenção por parte dos agentes de saúde.

IDOSOS
Na Campanha de Vacinação do Idoso, Sete Lagoas atingiu a marca de 82,9% da população acima de 60 anos imunizada, o que representa mais de 17 mil idosos. De acordo com o Programa Nacional de Imunização (PNI), até o momento, a média nacional está em 80,6% e a do Estado ficou em 82,5%. Segundo Juliana Tiemi, referência técnica da secretaria Municipal de Saúde, a meta era vacinar todos os idosos, objetivando diminuir os agravos decorrentes da gripe, como por exemplo, a pneumonia. Para superar a meta, o Departamento de Epidemiologia municipal montou postos volantes em todas as Equipes de Saúde da Família (ESF) que não possuem sala de vacina. Também foi realizada vacinação em pontos estratégicos como em igrejas, CAT/JK, Correio, SESC e nas feiras do Centro, Boa Vista e Nova Cidade.

Da redação

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