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INSS vai contratar mais 250 médicos peritos por concurso.

O Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) realizará concurso público para a contratação de 250 peritos médicos previdenciários. A autorização do Ministério do Planejamento, Orçamento e Gestão, para a realização do concurso, foi publicada no dia(4/11) no Diário Oficial da União. O edital deverá ser publicado em até seis meses.

Os novos peritos irão reforçar o atendimento nas Agências da Previdência Social (APS), substituindo os profissionais que se aposentaram. Os peritos contratados também irão trabalhar nas novas unidades do Plano de Expansão da Rede de Atendimento (PEX), que prevê a criação de 720 agências em cidades com mais de 20 mil habitantes e que não contam com APS fixas.

Além deste concurso, o governo encaminhou ao Congresso Nacional projeto de lei solicitando a criação de mais 500 cargos efetivos de perito médico. A proposta tem como objetivo adequar a estrutura do INSS para a criação das novas unidades de atendimento do PEX.

Atualmente, o quadro de perito médico previdenciário do INSS é composto de cerca de cinco mil profissionais que trabalham na concessão e renovação de benefícios por incapacidade nas 1.221 APS fixas espalhadas por todo o país. Eles também atuam na avaliação da concessão de benefícios assistenciais previstos na Lei Orgânica da Assistência Social (Loas).

O salário inicial da carreira é de R$ 7.900,00, para 40 horas semanais. Antes da realização do concurso, no entanto, o INSS irá oferecer aos profissionais que já trabalham na casa a oportunidade de trocar de cidade ou estado, por remoção interna. O último concurso para a contratação de perito médico foi realizado em 2006.

Com a criação das novas agências previstas no PEX, o INSS irá aumentar a sua capacidade de atendimento, passando a atuar em 1.670 cidades brasileiras. Atualmente, a Previdência Social está presente em 950 municípios, mas suas agências estão instaladas em localidades com maior densidade populacional. Em municípios que não contam com unidades do INSS, o segurado, muitas vezes, é obrigado a percorrer longa distância para ter acesso aos serviços previdenciários.
 
 
 
Fonte:Assessoria de Comunicação (Ascom)