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Momento político afeta planejamento de técnicos do Atlético e Cruzeiro

O Campeonato Brasileiro chega a sua última rodada neste domingo. Com o fim da competição nacional, significa o encerramento da temporada do futebol brasileiro e o início da execução do planejamento para 2018. Mas os dois clubes de BH vivem situações diferentes neste sentido, o que tem dificultado o trabalho dos técnicos Oswaldo de Oliveira e Mano Menezes.

Técnicos podem ter dificuldades para armar plantéis ano que vem, por razões políticas nos clubes/Foto: Montagem SuperFCTécnicos podem ter dificuldades para armar plantéis ano que vem, por razões políticas nos clubes/Foto: Montagem SuperFC

No Atlético, o time passará por eleições no dia 11 de dezembro, com dois membros, Sérgio Sette Câmara e Fabiano Lopes Ferreira. Enquanto a indefinição sobre quem assume oficialmente o comando do clube, Oswaldo de Oliveira fica com um pé atrás sobre seu futuro.

O comandante já conversou com Sérgio Sette Câmara, que garantiu a sua continuidade em 2018, caso seja eleito. Mas Oswaldo até mesmo evitar falar sobre isso. "Meu otimismo e a minha motivação não vão se alterar. Vou ficar muito satisfeito se nós conseguirmos, mas de qualquer maneira, meu sentimento, minha vontade e minha emoção é dar continuidade ao trabalho", disse.

"Nem tudo é tão volátil. A gente tem que reunir condições, trabalhar e fazer por onde. É nisso que estou pensando. Nós queremos muito, vamos fazer todo o possível, mas se não acontecer, vamos continuar com a mesma motivação", destacou Oswaldo de Oliveira.

A direção atleticana já vem fazendo seu planejamento para 2018, mas encontra dificuldades legais já que não pode anunciar contratações e saída de atletas. Nomes estão sendo buscados no mercado, tanto para o futebol, quanto para a estrutura de diretoria.

O volante Arouca será o primeiro reforço contratado para 2018, mas Oswaldo não fala sobre o atleta. "Quero pedir desculpa a vocês. O ano de 2018 começa no dia 4 de janeiro. Nós temos uma eleição. Não vou ficar falando de jogador, de contratação ou de dispensa. Nós estamos muito longe de começar a falar desse assunto", afirmou.

No Cruzeiro a situação da eleição foi decidida anteriormente, com o pleito acontecendo em outubro. Porém, o que parecia tranquilo, acabou se modificando com o raxa político vivido entre a situação com Gilvan de Pinho Tavares e o que se tornou oposição, com Wagner Pires de Sá.

Os dois nomes acabaram rachando no cenário político do clube. Gilvan permanece na presidência celeste até dezembro, enquanto Wagner assume o posto em janeiro. O técnico Mano Menezes reconheceu que vem tendo dificuldades por este quadro, em antecipar o planejamento do clube para 2018.

"Tenho trabalho exatamente como sempre fiz. É a primeira vez que faço parte de duas diretorias, as vezes tenho um pouco de dificuldade para tratar algumas questões. Mas venho dando minhas opiniões sempre que sou consultado, estamos trabalhando em cima de algumas prioridades para gastar o mais certo possível em cima das carências que a equipe tem, primeiro é manter os principais jogadores e depois trazer alguns", disse Mano Menezes.

Da Redação com OT




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