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Cemig aguarda fim do impasse na concessão de usinas

A Companhia Energética de Minas Gerais (Cemig) espera que o fim do impasse da renovação da concessão de suas principais usinas – Jaguara, São Simão e Miranda – aconteça ainda este ano. No momento, o impasse está na Justiça. “Ao mesmo tempo estamos em negociação com o governo”, observa o superintendente de relações com investidores, Antônio Carlos Velez Braga.

Diretores da Cemig fizeram a divulgação de resultados nessa quarta-feira (12)/Foto: Divulgação/CemigDiretores da Cemig fizeram a divulgação de resultados nessa quarta-feira (12)/Foto: Divulgação/Cemig

A direção da companhia não descarta participar do leilão para conseguir de volta as usinas que representam em torno de 40% da capacidade instalada de geração da Cemig GT. E como vale a regra de menor tarifa e por conhecer bem as usinas a Cemig teria grandes chances de conseguir os empreendimentos.

Foi no último dia 5, que portaria do Ministério de Minas e Energia (MME) publicada no “Diário Oficial da União” (DOU) autorizou a Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) a promover a relicitação dessas usinas, além de Volta Grande. O texto prevê que o leilão seja realizado até 30 de setembro deste ano. No começo deste mês, o ministro de Minas e Energia, Fernando Coelho Filho, reiterou a estimativa do governo de obter cerca de R$ 12 bilhões no leilão.

Outra saída para o impasse das usinas, conforme o diretor de distribuição e comercialização da Cemig, Luís Fernando Paroli Santos, seria a estatal conseguir um sócio privado para ser dono de 51% das usinas, situação prevista pela Lei nº 13.360/2016, com prazo para ser colocada em prática até 28 de fevereiro do ano que vem. Com a transferência do controle, a Cemig ficaria com 49% de participação.

Caso os caminhos da Justiça e da negociação com o governo federal acabem não dando certo, Braga ressalta que a Cemig entende que tem direito a receber uma indenização em razão dos investimentos feitos nessas usinas e que ainda não foram amortizados, valores que podem ser utilizados como moedas de troca no leilão das usinas. O valor que a estatal teria direito como indenização não foi divulgado.


Com O Tempo



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