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Tubulação de mineroduto se rompe e atinge rio na Zona da Mata

A tubulação de um mineroduto da empresa Anglo American Minério de Ferro S.A se rompeu na manhã desta segunda-feira (12), na cidade de Santo Antônio do Grama, na região da Zona da Mata.

Foto: reprodução de vídeo facebookFoto: reprodução de vídeo facebook

Segundo informações da empresa, repassadas à Secretaria de Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável de Minas Gerais, houve "uma despressurização na linha tronco, projetando polpa de minério para o acesso municipal e para o leito do ribeirão Santo Antônio".

Por segurança, a Companhia de Saneamento de Minas Gerais (Copasa) suspendeu a captação de água no córrego, nesta segunda. Técnicos da empresa estão no local para fazer a análise da água e monitorar a situação.
Por meio de nota, a Anglo American informou que identificou uma falha no mineroduto, que transporta a produção de minério de ferro de Minas Gerais ao Rio de Janeiro, em um ponto na área rural, às 7h42. Segundo a empresa, o resíduo que atingiu o leito do rio consiste em 70% de minério de ferro e 30% de água, sendo classificada pela NBR 10.004, da Associação Brasileira de Normas Técnicas (ABNT), como resíduo não perigoso.

"O fluxo do mineroduto foi interrompido e, neste momento, apenas água está sendo escoada. Como medida de segurança complementar, foi bloqueado o acesso ao local. A empresa reforça o seu compromisso com o bem-estar e pronto-atendimento às comunidades próximas às suas operações e está dedicando todos os seus esforços para evitar que o fato cause impacto às populações vizinhas", explicou em nota a empresa.

O Instituto Brasileiro de Meio Ambiente e dos Recursos Renováveis (Ibama), responsável pelo licenciamento ambiental, também foi comunicado sobre o ocorrido.

A Secretaria de Estado de Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável de Minas Gerais (Semad) informou, por nota, que foi informada do ocorrido às 7h42 desta segunda-feira (12).Segundo o comunicado, não há informações sobre vítimas ou desalojados.

"Equipes da Copasa e do Núcleo de Emergência Ambiental (NEA) da Semad já estão a caminho do local para averiguar a situação e determinar medidas ambientais cabíveis", informou a secretaria.

Com Hoje em Dia




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