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Eduardo Azeredo foi internado em BH para a realização de uma cirurgia na próstata

O ex-governador de Minas Gerais Eduardo Azeredo foi internado nessa terça-feira (11) para a realização de uma cirurgia na próstata, segundo a Secretaria de Estado de Administração Prisional (Seap). Azeredo está preso desde maio no batalhão do Corpo de Bombeiros, na Região Centro-Sul de Belo Horizonte, onde cumpre pena pela condenação no mensalão tucano.

Foto: Pedro Ângelo/G1/ Eduardo Azeredo na quadra do batalhão do Corpo de Bombeiros, em BH

De acordo com a Seap, o ex-governador foi levado para o Hospital Mater Dei na manhã desta terça. A secretaria informou que, por se tratar de informações pessoais de saúde, não vai divulgar detalhes.

O G1 entrou em contato com a defesa de Azeredo, mas os advogados não atenderam as ligações. A reportagem também procurou o hospital, que informou que não vai se manifestar.

O ex-governador teve a prisão decretada no dia 22 de maio e se entregou um dia depois em uma delegacia da capital mineira. Ele cumpre pena em um espaço de 27 metros quadrados na unidade do Corpo de Bombeiros, onde há uma cama, uma mesa e um banheiro com chuveiro elétrico.

Azeredo, que também ocupou os cargos de prefeito de Belo Horizonte, senador e deputado federal, sempre pelo PSDB, foi condenado a 20 anos de prisão pelos crimes de peculato e lavagem de dinheiro no processo do mensalão tucano.

Mensalão tucano

De acordo com a denúncia, o mensalão tucano teria desviado recursos para a campanha eleitoral de Azeredo, que concorria à reeleição ao governo do estado, em 1998.

Segundo o Ministério Público, o esquema envolvia a Companhia Mineradora de Minas Gerais (Comig), a Companhia de Saneamento de Minas Gerais (Copasa) e o Banco do Estado de Minas Gerais (Bemge) e desviou ao menos R$ 3,5 milhões por meio de supostos patrocínios a três eventos esportivos: o Iron Biker, o Supercross e o Enduro da Independência. Todos os réus negam envolvimento nos crimes.

O ex-governador de Minas Gerais Eduardo Azeredo foi condenado em segunda instância em agosto de 2017. Durante o julgamento, o advogado dele, Castellar Guimarães Neto, pediu a absolvição do ex-governador por inexistência de prova suficiente à condenação.

 

Com G1




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