Menu

Infraero vai ampliar área do Aeroporto da Pampulha em Belo Horizonte

Projeto desenvolvido pela Infraero prevê a integração do terreno do antigo centro de treinamento da Aeronáutica ao Aeroporto Carlos Drummond de Andrade, conhecido como Aeroporto da Pampulha, em Belo Horizonte. De acordo com a empresa, a intenção é aumentar a área do terminal e atender a uma demanda reprimida de pontes aéreas, a partir da retomada de voos com aviões de maior porte no aeroporto.

Aeroporto da Pampulha, em Belo Horizonte — Foto: Reprodução/TV Globo

Neste mês, a Agência Nacional de Aviação Civil (Anac) autorizou voos de aviões da categoria 4C, como Airbus A320 e o Boeing 737, na pista da Pampulha. No entanto, o aeroporto não pode voltar a operar com esse tipo de aeronave porque existe uma decisão cautelar do TCU que restringe a operação na Pampulha - apenas voos regionais e executivos chegam e saem do terminal, assim como helicópteros. A decisão é de dezembro do ano passado e não há data para o TCU voltar a analisar o caso.

De acordo com a Infraero, o projeto de ampliação de Pampulha conta ainda com plano de desenvolvimento para a região, envolvendo empreendimentos comerciais. Os detalhes ainda estão em desenvolvimento na empresa. A previsão é que a área da Aeronáutica seja integrada ao aeroporto até o fim deste ano. O contrato entre a Infraero e o Comando da Aeronáutica (Comaer) já foi assinado.

Anac libera, mas operação segue vetada

No dia 11, a Anac atestou que Pampulha tem viabilidade para receber aviões de maior porte, de categoria 4C. Segundo a Infraero, a categoria 4C engloba, entre outros, os principais modelos de aeronaves em operação no país e no mundo, como o Airbus A320 e o Boeing 737, tanto comerciais quanto de carga. Em nota divulgada dia 19, a Anac informou ao G1 que, como órgão técnico, apenas cumpriu seu papel de “avaliar e homologar tecnicamente infraestruturas, certificar aeroportos e zelar pela segurança operacional”.

Apesar da decisão da Anac e da posição da Infraero, os voos na Pampulha seguem restritos devido à decisão tomada em dezembro do ano passsado pelo TCU. Na ocasião, o ministro Bruno Dantas suspendeu, de maneira cautelar, uma portaria do Ministério dos Transportes, Portos e Aviação Civil que permitia voos comerciais de longa distância saindo da capital mineira. O TCU não tem data para voltar a apreciar o assunto. O Ministério das Cidades diz que cumpre decisões da Corte.

Com G1 MG




Publicidade
Publicidade

Links patrocinados