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Agricultura familiar e arte contemporânea uma parceria entre Emater e Instituto Inhotim

  • Categoria: Minas

O Instituto Inhotim em parceria com a Emater- MG irá unir arte contemporânea à agricultura familiar. O trabalho envolve ações de preservação ambiental e de comercialização de frutas, hortaliças e mel. O Inhotim é considerado o maior centro de arte ao ar livre da América Latina e está localizado a 60 quilômetros de Belo Horizonte, no município de Brumadinho.


Instituto Inhotim / Foto: GoogleInstituto Inhotim / Foto: Google

O projeto terá inicio a partir de janeiro de 2015, e será dividido em duas etapas explica o gerente regional da Emater de Belo Horizonte, Marcos Eugênio Rodrigues. “Teremos duas ações. Uma delas é a recuperação ambiental na área de abrangência da bacia do Alto Paraopeba. A outra é o fornecimento de produtos da agricultura familiar para os restaurantes do Inhotim”, diz Marcos.

Nessa parceria todos saem ganhando o meio ambiente, os agricultores e o Instituto.O trabalho de recuperação ambiental vai envolver a produção de mudas de espécies nativas da região e para projetos de paisagismo. A Emater-MG irá mobilizar e dar assistência técnica aos agricultores que serão responsáveis pela produção dos viveiros. Já o Instituto Inhotim vai fornecer insumos e abrir os canais de comercialização das mudas pelos agricultores.

“No momento estamos elaborando um plano de trabalho. No primeiro semestre do ano que vem vamos fazer o diagnóstico da região. Depois iniciaremos a produção das mudas e plantio para recuperação de áreas degradadas”, informa Marcos Rodrigues. Além de Brumadinho, municípios vizinhos como Sarzedo, Moeda e Mário Campos também serão beneficiados.

A ideia é fornecer hortaliças, frutas e mel para os restaurantes do Inhotim explica o gerente da Emater-MG. “Existe um grande grupo de potenciais consumidores dos produtos da região. Por isso, a ideia é fornecer hortaliças, frutas e mel para os restaurantes do Instituto”, diz. Dissipando uma alimentação saudável para 520 funcionários e uma média de 1.500 pessoas que visitam o museu diariamente.

Segundo Marcos Rodrigues, além de vender os produtos para os estabelecimentos, os agricultores interessados também deverão fazer uma transição para o cultivo agroecológico. “Essa disposição em mudar, aos poucos, o sistema de produção será um pré-requisito. Também vamos selecionar aqueles agricultores familiares que tenham condição de fornecer os produtos com regularidade”.

Com Agência Minas