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Melhores séries brasileiras / Coluna / Vanessa Stehling / Cultura Pop

Olá, amigos pt-br (piadinha marota pra quem costuma “baixar” legendas). Aproveitando o tema Brasil, notei algo que não tinha o costume, mas que começou a entrar na minha vida e sem querer querendo já faz parte e não deixa a desejar: séries brasileiras.

Imagem: ligadoemserie.com.brImagem: ligadoemserie.com.br

Chegando aos pouquinhos e com uma qualidade super legal, as séries têm um contexto diferente com relação às tão conhecidas novelas globais, apesar de a maioria dos atores serem de lá.

Listarei algumas da Netflix que valem a pena o nosso olhar crítico e algumas horinhas de maratonas:

Ninguém tá olhando

Já começo com a minha opinião: ADOREI! Mas, Vanessa, esse seriado não é aquele que tem a Kéfera? Tem certeza que é bom? Vai por mim, é massa e o resultado final consegue ser realmente atrativo por conta de um roteiro dinâmico e irreverente.

A série tem palavrões, sexo, drogas e anjo, ou melhor, “anjelus” (como são chamados neste universo). A história segue um recém-gerado guardião celestial em seu início de trabalho que parece uma espécie de repartição pública. Já no primeiro episódio são apresentadas as regras e o contexto deste sistema. Sua rebeldia logo toma conta, e todo o funcionamento deste sistema angelical é rapidamente desconstruído sem muita cerimônia, abrindo espaço para questionamentos que alteram completamente a dinâmica de personagens que vêm seguindo as mesmas regras há milhares de anos.

Coisa Mais Linda

Seriado que vem ganhando espaço, empoderamento, feminismo e merecimento. A série se passa em São Paulo do final da década de 50, onde Maria Luiza (Maria Casadevall)... Péra, achei tão linda a descrição do Wikipédia que vou colar um pedacinho da sinopse de lá, o famoso “copia, mas não faz igual”. Voltando.. Maria descobre que foi roubada e abandonada pelo marido Pedro, quando se muda de São Paulo para o Rio de Janeiro. Disposta a dar a volta por cima, ela mergulha no universo da recém-criada bossa nova ao conhecer Chico (Leandro Lima) – um cantor talentoso, mas inseguro, que a leva por uma jornada de autoconhecimento – e cria um laço de amizade com Adélia (Pathy Dejesus), moça negra e moradora favela, que luta contra o racismo diariamente e trabalha sete dias por semana para sustentar a irmã mais nova Ivone (Larissa Nunes) e a filha Conceição (Sarah Vitória) – embora esconda que a menina não é fruto de seu romance de anos com o músico Capitão (Ícaro Silva), mas sim do relacionamento com o filho de sua ex-patroa.

O Mecanismo

Relembrando uma série antiga na lista da Netflix, mas pra quem ainda não teve coragem de clicar, lá vai a dica: Uma série que tem o Selton Mello. Ele interpreta um delegado aposentado da Polícia Federal obcecado pelo caso que está investigando. Quando menos espera, ele e sua aprendiz, Verena Cardoni (Carol Abras), já estão mergulhados em uma das maiores investigações de desvio e lavagem de dinheiro da história do Brasil. A proporção é tamanha que o rumo das investigações muda completamente a vida de todos os envolvidos.

Qualquer semelhança com a política brasileira é mera coincidência.

Necrópolis

Sabe aquela série que você lê o título e não dá nada por ela e quando clica descobre que é boa? Necrópolis conta a história de um médico recém formado que se vê diante do aluguel vencendo e da falta de empregos em sua área de interesse. Ele aceita o emprego em um Instituto Médico-Legal (IML), embora tenha medo de cadáveres.

E você? Sabe mais alguma que não falei? Ficou chateado que não mencionei as da Globoplay e afins? Conta pra gente!

Um abraço e até a próxima.

Graduada em Publicidade e Propaganda, pós-graduada em Rádio e TV. Ilustradora, designer, metida a sinuqueira e telespectadora assídua de séries e filmes em alta velocidade.





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