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Além da Belorizontina: ministério afirma que pelo menos mais seis rótulos da Backer estão contaminados

O Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa) informou, por meio de nota publicada na tarde desta quinta-feira (16), que identificou a presença dos contaminantes monoetilenoglicol e dietilenoglicol em outras seis marcas da Backer, além da Belorizontina e da Capixaba já informadas anteriormente.

Foto: Paulo Filgueiras/EM/D.A PressFoto: Paulo Filgueiras/EM/D.A Press

Segundo o mapa, as marcas Capitão Senra, Pele Vermelha, Fargo 46, Backer Pilsen, Brown e Backer D2 têm lotes contaminados. Com isso, até o momento, as análises realizadas pelos laboratórios constataram 21 lotes com dietilenoglicol. Desses, oito também tem monoetilenoglicol.

Ainda de acordo com o ministério, servidores continuando “atuando nas apurações administrativas para identificar as circunstâncias em que os fatos ocorreram e tomando as medidas necessárias para mitigar o risco apresentado pelas cervejas contaminadas”.

O Mapa também reiterou que a Backer continuará fechada até que a empresa tenha “condições seguras” para operar. Os produtos, conforme a pasta, só serão comercializados “mediante análise a aprovação” de técnicos do governo federal.

As duas substâncias encontradas estão diretamente ligadas, quando ingeridas, aos sintomas sentidos por pacientes internados com quadros de intoxicação exógena em Minas Gerais.

O envenenamento acarreta a síndrome nefroneural, que já levou três pessoas à morte: dois moradores de Belo Horizonte e outro de Ubá, na Zona da Mata mineira.

Confira abaixo a lista das cervejas e lotes contaminados:

Foto: Reprodução/MapaFoto: Reprodução/Mapa

Com Estado de Minas




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