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A importância da Coleta Seletiva / Coluna / Pedro Machado / Meio Ambiente

Boa parte das pessoas acredita que faz a sua parte quando apenas não deposita os lixos ao chão. A verdade é que, diante do atual padrão de consumo, essa prática não é suficiente.

Foto: ReproduçãoFoto: Reprodução

Não basta apenas depositar os lixos em sacos plásticos e descartá-los diariamente para as empresas responsáveis por recolher o lixo.

É preciso ir mais além para que, de fato, o impacto produzido pelos resíduos gerados pelas pessoas diminua. Pensando nisso, foi criada a coleta seletiva, que consiste num descarte consciente, onde os resíduos são previamente separados pelas pessoas que os geram de acordo com o material de que são feitos.

Isso significa que, ao invés de um depósito único, são criados vários depósitos para os distintos materiais. São eles o plástico, o papel, o vidro, o metal, a madeira, os resíduos orgânicos, os resíduos radioativos e os resíduos hospitalares. A separação não é um passo único, pelo contrário, é apenas o passo inicial para o que realmente importa: a reciclagem dos materiais.

Coleta Seletiva e Reciclagem

Após a separação por parte do gerador de lixo, nas cidades em que há a coleta seletiva, os resíduos são encaminhados para os centros de triagem/associações de catadores de material reciclado. Lá, os materiais são separados, prensados e reciclados. Após, são enviados para as respectivas indústrias de reciclagem.

A reciclagem é fundamental para evitar desperdícios e aproveitar ao máximo cada material oferecido pelo meio ambiente. Se não fosse a reciclagem, os materiais levariam décadas e séculos para conseguir chegar à decomposição.

Dessa forma, além de contribuir para a degradação natural, a reciclagem ainda ajuda para a geração de renda, visto que há indústrias específicas neste ramo.

O papel reciclado, por exemplo, é presente em boa parte da sociedade e movimenta uma grande indústria por trás de todo o processo de reciclagem.

Cores dos coletores

Para realizar a coleta seletiva, o passo inicial é conseguir encontrar lixeiras adequadas para a separação dos resíduos. Há cores convencionais para cada tipo, que são as seguintes:

AZUL: Papel e papelão;
VERDE: Vidro;
VERMELHO: Plástico;
AMARELO: Metal;
LARANJA: Resíduos perigosos(contaminados);
PRETO: Madeira;
BRANCO: Resíduos ambulatoriais;
ROXO: Resíduos radioativos;
MARROM: Resíduos orgânicos;
CINZA: Resíduos não recicláveis.

A importância da conscientização

É importante que cada um consiga fazer o seu papel e identificar desfechos mais favoráveis para o lixo que é produzido em casa. Além disso, o ideal é refletir acerca do próprio lixo e tentar diminuir ao máximo os resíduos. Pequenas atitudes farão toda a diferença. Por exemplo, a utilização de um copo durável no ambiente de trabalho irá minimizar, em média, o descarte de 200 copos descartáveis ao lixo por ano. Se a empresa possuir, portanto, 10 funcionários, os números chegam à casa dos milhares. A reflexão é o melhor caminho!

Esse assunto é muito importante e abrangente, em quaisquer dúvidas, estou à disposição. Entre em contato comigo.

 

Pedro Machado trabalha na área da qualidade e meio ambiente no setor siderúrgico. É graduado em Engenharia Ambiental (UNIFEMM) e atualmente está no último semestre de Engenharia Química (UNIFEMM). Possui certificação Lean Seis Sigma – Yellow Belt.
Instagram Profissional: @pedromachado.eng
Email: pedromachado.mg@gmail.com





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