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Coronavírus: empresários do transporte público em Minas Gerais temem por colapso

O menor número de pessoas circulando também afetou o transporte de passageiros em Belo Horizonte e região metropolitana, assim como no Estado de Minas Gerais. Preocupado com a queda na arrecadação, os empresários do ramo pedem por uma intervenção urgente do poder público.  “Nas empresas que prestam o serviço urbano e metropolitano, por exemplo, a queda chegou a 70%. Isso significa que as despesas financeiras das empresas ficaram muito acima do custo de operação. (50% da receita é para pagar a folha de pagamento e 25% para a compra de óleo diesel).

Foto: Moises Silva / O TempoFoto: Moises Silva / O Tempo

O reflexo já é sentido em algumas empresas que estão sem condições financeiras para arcar com compromissos com seus funcionários e fornecedores”, explica Rubens Lessa, presidente da Federação das Empresas de Transporte de Passageiros de Minas Gerais, (FETRAM). Segundo ele, a situação do setor é dramática e pode entrar em colapso nos próximos dias, se recursos do poder público não chegar a tempo.

O transporte rodoviário intermunicipal de passageiros também foi afetada, uma vez que várias prefeituras proibiram o acesso total das empresas às suas rodoviárias. Outras restringiram parcialmente a circulação, o que resultou em uma grande redução no número de viagens com perda de receita.

A determinação de prefeituras e Governo para o transporte de passageiros apenas sentados limitou a ocupação dos veículos em 50%, onerando as operações cotidianas. “Toda essa situação é muito preocupante. Precisamos urgentemente de uma ação imediata do poder público para trazer recursos para as empresas seguirem prestando o serviço. Caso contrário, teremos um colapso do sistema nos próximos dias”, prevê Lessa. Em todo o Estado de Minas Gerais, o setor emprega cerca de 100 mil trabalhadores

Com O Tempo




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