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Igrejas mantêm decisão de não celebrar missas e cultos abertos ao público

A Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB) recomenda aos arcebispos e bispos de todo país que as igrejas não realizem eventos coletivos, como missas. O posicionamento ocorre após decreto do presidente Bolsonaro colocar atividades religiosas na lista de serviços considerados essenciais em meio ao combate ao novo coronavírus.

Foto: Reprodução/IlustrativaFoto: Reprodução/Ilustrativa

“A CNBB, considerando as orientações emanadas pelas autoridades competentes do Ministérios da Saúde, que indicam o distanciamento social, orienta os bispos que as igrejas podem permanecer abertas, porém, do modo como tem sido feito até agora, apenas para orações individuais, transmissões online, etc. Segundo o documento, “não há como entender que os instrumentos legais possam obrigar a reabertura das igrejas, muito menos para a prática de qualquer tipo de aglomeração”, diz trecho da nota.

Alguns líderes evangélicos também se posicionaram sobre o decreto. O presidente do Conselho de Pastores Evangélicos de Minas Gerais, Jorge Linhares, afirma não concordar com a retomada de celebrações, devido à aglomeração de pessoas.

“As igrejas não devem retornar aos cultos com milhares de pessoas”, diz o pastor que lidera a Batista Getsêmani, no bairro Jaraguá, região da Pampulha em Belo Horizonte, que reúne em média 50 mil fiéis por semana.

Ele acredita que a Igreja deve abrir apenas para orações individuais, tendo sempre alguém de plantão para atender às necessidades dos fiéis.

Com Itatiaia




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