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Segurança Pública ameaça fazer greve contra reforma da previdência em Minas

Deputados e representantes dos servidores da segurança pública entregaram na manhã desta segunda-feira (29) ao presidente da Assembleia Legislativa de Minas Gerais (ALMG), Agostinho Patrus, um documento em que pedem a rejeição aos projetos de lei enviados pelo Governo do Estado para reformas previdenciária e administrativa (PEC 55/20 e PLC 46/20). Uma possibilidade de greve para pressionar o Legislativo e o Executivo para que o texto não seja aprovado foi colocada à mesa.

Heder Martis de Oliveira, presidente da Aspra, esteve presente na reunião — Foto: Sarah Torres/DivulgaçãoHeder Martis de Oliveira, presidente da Aspra, esteve presente na reunião — Foto: Sarah Torres/Divulgação

Estiveram presentes na reunião os deputados estaduais Sargento Rodrigues (PTB) e Delegada Sheila (PSL), o deputado federal Subtenente Gonzaga (PDT) e o presidente da Associação dos Policiais e Bombeiros Militares de Minas Gerais (Aspra), subtenente Heder Martins de Oliveira.

Nas redes sociais da Aspra, o subtenente Heder afirmou que os servidores da segurança rejeitam o projeto de reforma previdenciária porque o texto deve ser debatido com a população antes de ser votado de maneira remota, por causa da pandemia de Covid-19.

“Defendemos a rejeição completa desse projeto encaminhado para a assembleia. Porque precisa de uma discussão, ele (o projeto) precisa ser amadurecido. Nós precisamos participar disso”, afirmou em vídeo.

Ao governador Romeu Zema (Novo), ele pediu respeito aos servidores, que podem perder direitos com as reformas. “Quer um estado pacífico, quer um estado tranquilo, quer um estado caminhando, respeite os servidores”, disse.

A reforma previdenciária é uma das condições impostas pela União para que haja repasses aos Estados. O texto não é consenso entre os deputados.

Com Hoje em Dia




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