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Minas Gerais se aproxima dos 60 mil casos de Covid-19

A Secretaria de Estado de Saúde (SES-MG) publicou nesta segunda-feira (06) um balanço que aponta que Minas Gerais está próxima de alcançar a marca de 60 mil diagnósticos positivos de Covid-19 confirmados apenas entre o começo de março e este mês de julho. Ainda para os próximos nove dias é esperado que o Estado chegue ao pico da pandemia de Covid-19 e na data estimada pela pasta, 15 de julho, acredita-se que cerca de 2.500 pessoas precisarão de internação na região.

Foto: Alex de Jesus/O TempoFoto: Alex de Jesus/O Tempo

A tendência de aproximação do pico é principalmente confirmada pelo aumento considerável de casos nos últimos 30 dias – boletim epidemiológico de 6 de junho indicou a existência de 14.939 infectados em Minas Gerais. Em apenas um mês, o número pulou para os 59.626 casos constatados nesta segunda-feira. Significa que 75% dos diagnósticos no Estado foram confirmados apenas entre junho e julho.

A tendência se repete também se comparado o número de óbitos constatado até junho e quantidade de mortes existentes de lá para cá. Até 6 de junho, a SES confirmou 368 mortes em Minas Gerais causadas pelo coronavírus. Neste 6 de julho, a quantidade de óbitos chegou à marca de 1.230 – são 862 mortes a mais confirmadas no período, uma média de 29 registros de óbitos por dia.

As mortes aconteceram em 267 municípios mineiros e a doença ataca de forma fatal principalmente os portadores de comorbidades como diabetes, hipertensão e doença cardiovascular. A média de idade dos óbitos confirmados é de 69 anos e 75% das mortes aconteceram em pessoas com idades acima de 60 anos.

Um dado que consta no relatório e que desperta preocupação é a quantidade de infectados pela Covid-19 que precisaram de hospitalização nas redes particular e pública de Minas Gerais. Segundo o documento da Saúde, 6.780 pessoas com diagnóstico confirmado de coronavírus necessitaram de internação.

Outra estatística interessante refere-se ao número de hospitalizações por Síndrome Respiratória Aguda Grave se comparados os seis primeiros meses do ano passado e o período entre janeiro e junho deste ano. Houve um aumento de 920% na quantidade de internações pelo quadro, caracterizado pelo aparecimento de sintomas como febre, dor de garganta e tosse, mas sem diagnóstico específico.

Com O Tempo




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