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O papel do pai realmente é mais fácil que o da mãe? / Coluna Papo de Mãe / Carol Vasconcelos

Antes de mais nada, não estamos aqui para generalizar ou apontar defeitos nas relações entre pai e filho, muito pelo contrário, vamos apoiar o papel do pai presente.

Foto: ReproduçãoFoto: Reprodução

É indiscutível que as principais mudanças da chegada de um filho ocorrem na vida da mãe, mudanças hormonais, no corpo, na vida profissional, na rotina diária e principalmente em seus sonhos e planejamentos futuros, porém é importante que mesmo nessa etapa inicial o pai esteja presente de forma ativa, sendo um apoio para sua companheira, seja uma gravidez planejada ou não.

Isso pode ser complicado, caso nós mulheres ou a sociedade em geral tenha como padrão um comportamento patriarcal e machista, levando em consideração apenas o papel de provedor, significando que o mesmo, deve apenas não deixar que nada falte financeiramente, (sendo que alguns pais nem esse papel exercem), não criando vínculo afetivo e de responsabilidade na vida de um indivíduo que está chegando ao mundo.

E aí é que vem o, porém, precisamos sim cobrar mais presença além de apenas obrigações e estabilidade financeira, mesmo por que esse papel cabe aos dois e não a um só.

O papel de um pai é tão importante para a criação, formação de caráter e estabilidade emocional de uma criança como a mãe.

Como fazer o pai exercer seu papel?

Lembre-se que um pai presente é obrigação e não ajuda;

O respeito deve ser mutuo, para que ambas as partes tenham vivencia e importância na vida da criança;

Ajude o pai a criar vínculo com o bebê, deixe-o participar da rotina de cuidados corriqueiros, como trocar uma fralda ou faze-lo dormir;

Não desista do seu ser mulher NUNCA, realize seus objetivos e corra atrás de sua individualidade, sei que é difícil, mas nossos filhos não podem ser empecilhos;

Não assuma a responsabilidade sozinha;

Não se cobre demais e não cobre o que é impossível para o outro;

Diálogo nunca é demais;

Divida as tarefas domésticas;

Caso o pai não tenha interesse ou te abandone peça ajuda, corra atrás dos direitos do seu filho e não se culpe você é MÃE, e pode ser PAI também, pois o amor por um filho é infinito;

E se você é PAI, tenha empatia, você é tão responsável por essa nova vida como sua companheira;

Até o próximo post.

Mulher, Mãe, Divorciada, Graduada em Logística e Pós-Graduada em Gestão de Projetos, Coach Life and Business. Criadora do Blog Terapia de mães.

Visite o blog desta colunista: terapiademaes.blogspot.com