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VÍDEO: Prefeito de Divinópolis no interior de Minas Gerais e sindicalista "quase saem no tapa" durante protesto

Em vídeo que circula na internet publicado pelo site G37 o prefeito de Divinópolis, no interior de Minas Gerais quase sai "no tapa" e por pouco não chega as vias de fatos com um sindicalista, segundo o site.

Foto: Reprodução vídeo Youtube /site G37Foto: Reprodução vídeo Youtube /site G37

Pelo vídeo o prefeito pega o microfone de um caminhão de som que estava na porta da prefeitura e era usado para um protesto da categoria de servidores municipais na porta da prefeitura e começa a explicar que não poderia dar um reajuste salarial pretendido pela categoria.

Gleidson explica em sua fala que é um direito o reajuste para a categoria de servidores municipais, mas que não poderia cumprir porque tal concessão iria aumentar a folha de pagamento dos servidores do município em R$ 1 milhão, por isso não tinha como atender ao pedido dos manifestantes. Segundo a fala do prefeito no vídeo a folha de pagamento da Prefeitura de Dívinópolis é de mais de R$ 22 milhões.

Em dado momento enquanto o prefeito dizia que tinha uma lei federal que o amparava na decisão que estava tomando, um dos sindicalista discordando do chefe do executivo, começa discutir com o prefeito e se não fosse intervenção de terceiros certamente chegariam às vias de fato.

No calor da discussão o sindicalista chama o prefeito de "moleque" e diz para que o mesmo "seja homem". Gleidson rebatendo os xingamentos diz que vai processar o manifestante.

O prefeito continua sua fala e explica para a população que o salário do sindicalista que é servidor público municipal está em dia e inclusive pagou o 13º salário do mesmo no mês de junho deste ano, deixando a entender que o salários de todos os servidores estaria em dia.

Gleidson fala que seu salário teria um aumento de R$ 900 reais caso concedesse o aumento de cinco por cento como pretendido pelo sindicato da categoria dos servidores municipais, mas que não achava justo isso, pois tinha muitos desempregados na cidade, explica.

Azevedo diz ainda que não pode governar a cidade somente para cinco mil servidores, mas para 240 mil habitantes e "se der o reajuste a cidade não vai andar não" relata.

No final diz que a esposa também é servidora pública e sabe da luta e trajetória da mesma, e é uma falta de respeito dos manifestantes chama-lo "de vagabundo e de moleque".

Da Redação com vídeo postado pelo G37





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