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Hospital Nossa Senhora das Graças continuará com serviços de oncologia

Aconteceu em Belo Horizonte nessa quinta-feira (20) reunião entre o Secretário de Saúde do Governo de Minas Gerais, Odair Cunha, o Deputado Douglas Melo, o Prefeito Leone Maciel e diversos prefeitos da região da AMAV, além do empresário Alberto Medioli para ser tratado o assunto da oncologia do Hospital Nossa Senhora das Graças(HNSG).

Hospital Nossa Senhora das Graças continuará prestando serviços de oncologia/Foto: DivulgaçãoHospital Nossa Senhora das Graças continuará prestando serviços de oncologia/Foto: Divulgação

Ficou definido que Sete Lagoas não vai mais perder o tratamento de oncologia, ou seja não vai mais haver o descredenciamento do serviço de oncologia do Hospital Nossa Senhora das Graças (HNSG).

Sendo mantida a habilitação do Hospital Nossa Senhora das Graças (HNSG) serão prestados os serviços de Alta Complexidade em Oncologia, ficando oficialmente credenciado para prestar atendimento aos pacientes da cidade e dos outros municípios da microrregião.

A coordenadora da Gestão SUS do hospital, Aline Ituassu, admite que a instituição tinha setores a serem melhorados, mas diz que a situação já foi praticamente resolvida. “Dos 14 pontos de inconformidade, dez já foram solucionados. O principal problema é que, antes, o hospital não conseguia ofertar todo o tratamento para o paciente oncológico. Hoje, o tratamento é todo integral na unidade. Ampliamos nossas especialidades e, até julho de 2017, esperamos solucionar todos os pontos”, explicou.

Mesmo havendo necessidade de credenciamento de outra cidade por parte do Governo de Minas, Sete Lagoas vai continuar credenciada para prestar os serviços.

Proposta é unir os municípios de Sete Lagoas e Curvelo

Uma espécie de parceria entre as cidades de Sete Lagoas e Curvelo, na região Central, seria a solução para o problema enfrentado pelo Hospital Nossa Senhora das Graças. A proposta foi feita pelo deputado estadual Douglas Melo (PMDB) em reunião realizada no primeiro município, na tarde dessa quarta-feira (19). Ele pretende encontrar-se nos próximos dias com o ministro da Saúde, Ricardo Barros, para discutir a situação. “São mais de 800 pacientes que podem perder seus tratamentos se tiverem que se deslocar para tão longe. Vamos propôr que Curvelo seja, sim, credenciada, mas que, para isso, Sete Lagoas não seja descredenciada. A ideia é colocar Sete Lagoas como um pé (complemento) de Curvelo, oferecendo quimioterapia. Os demais serviços da oncologia serão oferecidos em Curvelo”, afirmou.

O diretor geral do Hospital, Cleber Amorim, ponderou que o descredenciamento do setor de oncologia pode acarretar transtornos em todas as outras áreas da unidade, que tem 70% de seu financiamento proveniente do SUS. “A oncologia gera toda uma estrutura de gestão clínica, com serviços cirúrgicos, atendimentos e exames especiais. Isso pode gerar um impacto em toda a estrutura assistencial de alta complexidade do hospital”. (MN)

Da Redação com O Tempo



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