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Zema será cabo eleitoral do Novo nas eleições para prefeito; Sete Lagoas poderá ter candidato do partido

Na primeira eleição em que os seus candidatos terão o governador como principal cabo eleitoral, o partido Novo se debruça sobre regras para a participação de Romeu Zema nas campanhas e escolha de nomes próprios para prefeitos e vereadores em 2020. A ideia é que o estreante na política participe ativamente no pedido de votos para a legenda – especialmente em Belo Horizonte – e apoie nomes de outros partidos considerados “qualificados” pelo Novo.

Participação de Romeu Zema, o único governador do Novo, é considerada fundamental nas eleições./ Foto: Gladyston Rodrigues/EM/D.A PressParticipação de Romeu Zema, o único governador do Novo, é considerada fundamental nas eleições./ Foto: Gladyston Rodrigues/EM/D.A Press

“A gente não tem ainda experiência em campanha (com um governador), mas é quase certo que ele vai apoiar e participar da campanha dos candidatos do Novo. Como qualquer outro, ele é um eleitor”, explica o presidente estadual do partido, Bernardo Santos.

Na segunda-feira passada, Zema comentou sobre a experiência inédita durante entrevista. “O partido nunca teve ninguém no Executivo apoiando alguma eleição. E vamos estar definindo como esse processo vai ser conduzido”, afirmou.

Em todo o país, o Novo só lançará candidatos nas cidades em que conseguiu pelo menos 150 filiações até 15 de junho. Alcançaram a meta 19 municípios em Minas: Belo Horizonte, Betim, Contagem, Nova Lima, Pedro Leopoldo, Sete Lagoas, Juiz de Fora, Poços de Caldas, Varginha, Três Corações, Uberlândia, Araxá, Ituiutaba, Patos de Minas, Taiobeiras, Montes Claros, Governador Valadares, Uberaba e Ipatinga.

Mas isso não significa que o Novo disputará a prefeitura em todas. Para ser um candidato pelo Novo é preciso preencher os requisitos previstos em edital – que deverá ser lançado até o fim do mês para as cidades do interior de Minas – e passar por um processo seletivo que terá análise de currículo, entrevistas e testes feitos por empresa especializada em recrutamento.

Isto é, se ninguém passar no teste, aa legenda admite abrir mão de ter candidato próprio. “Não adianta ter muitos candidatos só para ter resultados. Queremos dar oportunidade a novos nomes, novas ideias”, justifica o presidente. Onde o Novo não tiver nome na disputa, de acordo com Bernardo Santos, a ideia é apoiar um nome “qualificado”, mesmo filiado a outras legendas.

“Vamos avaliar inclusive a participação do governador nessas campanhas. Temos interesse em apoiar os melhores candidatos, mesmo de outros partidos”, continuou.

Com Estado de Minas




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