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Polícia Federal deflagra operação contra esquema de fraudes na produção e venda de leite em pó em Minas

  • Categoria: Polícia

A Polícia Federal deflagrou uma operação na manhã desta segunda-feira (10) para apurar e combater esquema criminoso de fraudes no fracionamento e comercialização de leite em pó. Foram cumpridos cinco mandados judiciais de busca e apreensão em Belo Horizonte e Contagem. A operação, chamada de Soro Positivo, contou com apoio do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (MAPA).

 Foto: Foto: Tiago Silva/ A operação, chamada de Soro Positivo, contou com apoio do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (MAPA)Foto: Foto: Tiago Silva/ A operação, chamada de Soro Positivo, contou com apoio do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (MAPA)

De acordo com a PF, as investigações mostraram que empresas estariam adicionando substâncias indevidas ao leite em pó durante seu processo de fracionamento, a fim de obter maior lucro na comercialização, já tendo sido identificado elevado teor de soro e açúcar em amostras dos produtos analisados.

Além das fraudes detectadas, a PF apurou também o acondicionamento de produto de forma indevida em uma das empresas investigadas. No local, teria havido o fracionamento de leite em pó não-instantâneo, embalando-o indevidamente como leite em pó instantâneo, enriquecido com vitaminas e minerais.

Já outra empresa teria realizado fracionamento e comercialização do produto no mercado sem autorização e com utilização indevida do selo S.I.F. (Serviço de Inspeção Federal) pertencente a outra marca. Os produtos aprovados recebem este selo de aprovação, que é um sistema de controle do MAPA.

Os responsáveis pelas irregularidades responderão pelos crimes de falsificação, corrupção, adulteração ou alteração de substância ou produtos alimentícios e falsificação de selo ou sinal público, cuja soma das penas máximas pode chegar a 14 anos de reclusão.

 

Com Hoje Em Dia

Forças-tarefas especiais serão criadas para apurar denúncias contra médium João de Deus

  • Categoria: Polícia

A Polícia Civil e o Ministério Público de Goiás (MP-GO) criarão forças-tarefas especiais para apurar as denúncias de abuso sexual envolvendo o médium João Teixeira de Faria, conhecido internacionalmente como João de Deus.

Foto: Reprodução Medium Guerisseur/ Casa Dom Inácio de LoyolaFoto: Reprodução Medium Guerisseur/ Casa Dom Inácio de Loyola

A Polícia Civil deve definir a quantidade de delegados e agentes que atuarão no caso durante reunião convocada pelo delegado-geral André Fernandes para as 16h30 de hoje (10), em Goiânia.

A assessoria de imprensa confirmou à Agência Brasil que a instituição já havia instaurado inquéritos para investigar acusações apresentadas por frequentadoras da Casa Dom Inácio de Loyola, em Abadiânia (GO), mas que as denúncias se avolumaram depois que o caso se tornou público, sendo divulgado na imprensa. A criação da força-tarefa se deve à complexidade do caso.

Já o Ministério Público goiano pretende atuar em conjunto com promotores de outras unidades da federação onde residam mulheres que afirmem ter sido vítimas de abusos sexuais supostamente cometidos pelo médium. As primeiras denunciantes devem começar a ser ouvidas amanhã (11).

O escândalo envolvendo João de Deus veio à tona na última sexta-feira (7), quando o programa Conversa com Bial, da TV Globo, veiculou o relato de várias mulheres que afirmam terem sido vítimas do médium. Segundo os relatos, João de Deus as teria levado para cômodos isolados do centro espírita e as molestado, acariciando seus corpos. Algumas mulheres garantem que o médium chegou a expor seu pênis, forçando-as a tocá-lo a pretexto de curá-las.

A reportagem ainda não conseguiu contato com o médium e com seus advogados. Desde ontem (9), ninguém atende os telefones de contato divulgados na página da Casa Dom Inácio de Loyola, na internet.

Em nota divulgada no sábado (8), a Federação Espírita Brasileira afirma que o espiritismo orienta que o serviço espiritual não deve ocorrer isoladamente, apenas com a presença do médium e da pessoa assistida. Além disso, a entidade informa que “não recomenda a atividade individual de médiuns que atuem por conta própria” que, portanto, “não estão vinculados ao movimento espírita, nem seguindo sua orientação”.

 

Com Agência Brasil

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