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Estudantes de escola municipal serão remanejados

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Alunos, professores e funcionários da escola municipal Helena Rodrigues Branco foram surpreendidos com uma notícia, no início desta semana: a escola foi fechada e, a partir de fevereiro, as aulas não aconteceriam mais no prédio do Colégio Padre D’Amato, no centro de Sete Lagoas.

 

Indagadas pela comunidade escolar, a secretária municipal de Educação, Maria Lisboa de Oliveira, e a superintendente de ensino (secretária-adjunta), Marilene Melgaço, convocaram uma coletiva de imprensa para a tarde da última quarta-feira para justificar o fechamento: “Não poderíamos autorizar o funcionamento da escola Helena Branco em um prédio ameaçado e condenado pelo laudo do Corpo de Bombeiros”, afirmou a secretária Maria Lisboa. A superintendente ainda completou dizendo que casos de exposição da fiação elétrica e princípios de incêndio já foram relatados por funcionários da escola.

 

 

A fim de tranqüilizar a comunidade, Maria Lisboa explicou que aproximadamente 400 estudantes do colégio, da 6ª à 9ª série do Ensino Fundamental, serão encaminhados para escolas mais próximas às suas casas. “A secretaria está fazendo o levantamento a respeito dos bairros em que moram cada um dos alunos. São cerca de 38 bairros. Aqueles que não encontrarem vagas próximas às suas residências serão encaminhados à escola municipal Quincas Nogueira e terão o transporte gratuito fornecido pela prefeitura”.

Secretária e superintendente também lembraram que a prefeitura não dispõe de prédio na região próxima do colégio Padre D’Amato para remanejar os alunos, professores e funcionários. “Antes de contratarmos professores substitutos, daremos prioridade aos servidores efetivos que devem escolher pelas escolas municipais onde houver vagas para seus cargos. No princípio público, o professor efetivo deve trabalhar onde ele é necessário”.

 

Da redação
Pablo Pacheco

Dengue deixa cidade em alerta

  • Categoria: Cidades

Sete Lagoas está em alerta. De acordo o Secretário Municipal de Saúde, José Orleans da Costa, o resultado do Levantamento Rápido do Índice de Infestação por Aedes aegypti (LIRAa), que mapeou os criadouros do mosquito da Dengue, aponta índice de infestação de 4,3% no município. Em dezembro de 2008 o índice era de 1,8. Segundo o secretário a situação preocupa, já que o número desejado pelo Ministério da Saúde seja abaixo de 1% de infestação. Ações já estão sendo traçadas, dentre elas, contratação de 260 agentes de saúde – via seleção pública – para combate ao mosquito. Neste ano já foram notificados sete casos suspeitos da doença.

 

 

Dos 92 mil imóveis existentes na cidade, 5% desse total foram visitados por agentes de saúde, o que resultou no alto índice de infestação. O secretário prevê que entre fevereiro e abril a situação vai se agravar. Sete casos de pessoas suspeitas de terem contraído a doença ainda aguardam o resultado. “s principais focos estão nas próprias residências, em vasos de plantas, bebedouro de animais, frascos dentre outros.


Para evitar o que aconteceu em 2008 – quando os agentes de saúde foram impedidos pelos próprios moradores a adentraram nas residências – o secretário afirma que tem respaldo da Justiça para usar poder de polícia caso necessário. “Em lotes ou estabelecimentos que estiverem trancados e acumulando lixo, água parada e mato, a ordem é entrar, limpar e depois mandar a conta para o proprietário”, afirmou. Atualmente com apenas 70 agentes na ativa, José Orleans anunciou que vai abrir seleção pública para contratação de 260 novos agentes para combate à endemia.


Os interessados poderão se inscrever de 19 a 22 de janeiro no Centro Vocacional Tecnológico localizado na Rua Professor Abeylard, 105, no Centro. A prova de seleção será no dia 28 de janeiro, no Centro Universitário de Sete Lagoas, às 18 horas. Inscrição é R$ 5,00 e o salário para os agentes selecionados é de um salário mínimo, com contrato por tempo indeterminado. “Também vamos disponibilizar um telefone para o Disque-Dengue, a fim de atender denúncias ou solicitações”, conta o secretário. Segundo ele, o município vai incentivar mutirões de limpeza, além de contar com a ajuda da iniciativa privada. “Temos que ser solidário ou teremos problemas”, finaliza Orleans.

 

Da redação
Celso Martinelli